quarta-feira, 7 de março de 2012

Bonificação por resultados - Atenção servidores estaduais!

Os servidores da rede estadual de ensino devem ficar atentos às novas diretrizes para este ano. A Secretaria de Estado de Educação publicou, no Diário Oficial de 08 de fevereiro, a regulamentação das regras para a Bonificação por Resultados. A medida visa promover a melhoria no processo de ensino e aprendizagem do Sistema Educacional do Estado do Rio de Janeiro, além de valorizar os profissionais da educação e garantir a eficiência do ensino prestado nas unidades escolares da rede estadual. Com o cumprimento integral das normas, o servidor poderá receber até três salários a mais.
- Fizemos os ajustes de acordo com o que observamos no ano passado. Identificamos alguns problemas, como professores que não lançavam nota no sistema Conexão Educação ou diretores que não informavam os docentes com carga horária livre – explicou o secretário de Estado de Educação, Wilson Risolia, lembrando que os benefícios já começarão a ser pagos, com base na avaliação de 2011.
Fazem jus à Bonificação por Resultados os servidores públicos efetivos da Seeduc, em exercício nas Regionais Pedagógicas, Regionais Administrativas, Diretoria Especial de Unidades Escolares Prisionais e Socioeducativas (Diesp), Coordenações de Gestão de Pessoas das Regionais e unidades escolares de Educação Básica de Ensino Fundamental, Ensino Médio, Médio Integrado à Educação Técnica de Nível Médio e Educação de Jovens e Adultos presencial e os professores do Programa de Aceleração de Estudos.
Para o cálculo da Bonificação por Resultados, são considerados o Indicador de Desempenho (ID) e o Indicador de Fluxo Escolar (IF), atribuindo-se pesos diferenciados de acordo com o cargo/ função exercido, conforme prevê a resolução.
No caso dos profissionais que estão lotados nas unidades escolares, como diretores gerais e adjuntos, coordenadores pedagógicos, orientadores educacionais, professores regentes e demais servidores, entre as regras estabelecidas para a bonificação, estão: cumprir o Currículo Mínimo; participar de todas as avaliações internas e externas; efetuar o lançamento das notas dos alunos no Sistema Conexão Educação de acordo com o calendário estipulado pela Seeduc; alcançar, no mínimo, 95% (noventa e cinco por cento) de resultado de cada meta de Iderj do ensino regular da unidade escolar; e alcançar, no mínimo, 80% (oitenta por cento) de resultado de cada meta de ID da Educação de Jovens e Adultos presencial da unidade escolar.
O pagamento do bônus dos professores regentes será proporcional à carga horária do servidor alocada no Quadro de Horários do Sistema Conexão Educação em cada unidade de atuação que atingir a meta. O valor varia de acordo com a função do servidor e o percentual de metas estabelecidas que ele atingiu, sendo calculado sobre o vencimento-base do servidor. Isso pode significar até três salários a mais em benefícios para os profissionais.
Clique AQUI e confira a Resolução na íntegra, disponível no Diário Oficial.
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Educação

terça-feira, 6 de março de 2012

Dia 13 é o lançamento da MercoNoroeste 2012


(Ponte Raul Veiga - ponto turístico do município)

O lançamento da MercoNoroeste 2012, o maior evento multisetorial do Estado do Rio de Janeiro, acontece no dia 13 de março, terça-feira, às 20h, no Salão de Eventos do Hotel BZZ, à Rua Dr. Ferreira da Luz, 204, Centro, em Santo Antônio de Pádua.  Estão confirmadas as presenças de autoridades, empresários e convidados para o lançamento da 14ª edição do evento, que acontecerá pelo terceiro ano consecutivo neste município.  São muitas as novidades para este ano, veja: Espaço do Conhecimento, Espaço Moda e Beleza, Espaço Merco Music MPB e Brinquedolândia.  Além da continuidade da Campanha de Doação de Alimentos, das Ações Sustentáveis e do Espaço Gourmet.

Data alterada – o Comitê Organizador alterou a data da Merco 2012 para os dias 27 a 30 de junho, de quarta a sábado,  devido a realização da Rio+20 no mesmo período agendado anteriormente para a Mrco. O local é o Parque de Exposições Gov. Chagas Freitas, mesmo do ano passado, e a realização é da Firjan, Facerj e Prefeitura de Pádua, promoção e organização da B2B Empreendimentos e S.A. Idéias & Soluções, e patrocínio do Sebrae/RJ. Mais informações pelos tels.: (22) 3823 – 1070.


Camilo de Lellis -  Assessoria de Comunicação

segunda-feira, 5 de março de 2012

2012 uma nova era segundo os Maias?

Placa de calendário maia.
Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah) do México / Foto

Menção é sobre início de uma era neste ano, regida por um novo deus

Os maias pré-hispânicos tinham uma obsessão pelo tempo. Com uma observação exaustiva dos astros, eles construíam calendários precisos e previam eventos que ditavam a vida de sua civilização. Um registro em especial, no entanto, tem chamado a atenção nos últimos anos. Em um monumento no sítio arqueológico de Tortuguero, no estado de Tabasco, Sudeste do México, uma inscrição do século VII faz referência a uma data: 4 Ajaw 3 K’ank’in, ou, segundo correlações feitas por arqueólogos, 21 de dezembro de 2012. A menção a um dia tão distante da origem do monumento extrapolou o interesse acadêmico. Com a chegada de 2012, ganhou força a ideia de que os maias, com todo seu conhecimento sobre o tempo, teriam previsto uma catástrofe global nesta data. Os especialistas na cultura, porém, asseguram que o fim não está próximo. Várias outras placas recém-descobertas na região revelam uma história sobre renovação de eras que nada tem a ver com um apocalipse.
— A associação do fim do mundo com as profecias maias partiu de grupos místicos que exploram concepções de tempo de culturas antigas para criar uma visão apocalíptica — critica Orlando Casares, arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah) do México. — Hoje as pessoas se informam com mais facilidade sobre tragédias ocorridas no planeta e buscam uma explicação para esses eventos, mas não existe nenhum argumento científico que comprove que os maias tenham previsto uma catástrofe.
A afirmação dos especialistas se baseia na organização maia do tempo, dividido em eras de 5.125 anos — ou 13 baktunes, períodos de aproximadamente 400 anos cada. O fim de uma era significa o início de outra, em uma visão cíclica de constante renovação comum em várias religiões. Assim, a inscrição em Tortuguero traz, de fato, uma profecia: a conclusão de 13 baktunes marcaria o retorno de uma importante divindade maia, Bolon Yokte, vinculado à criação e à guerra, na data indicada — 4 Ajaw 3 K’ank’in. Desta forma, o 21 de dezembro de 2012 significava para os maias apenas o início de uma nova era e a volta de um deus, e não ao fim do mundo.
— Os maias nunca tiveram uma percepção linear do tempo, como nas tradições judaico-cristãs — explica Casares. — As datas são usadas apenas como referência para indicar as eras que passam. Para eles, o mundo não acabava, e sim o propósito de cada pessoa nele.
O arqueólogo lembra que por muito tempo as inscrições foram um mistério, mas hoje se sabe que nenhuma faz profecias catastróficas:
— As previsões dão recomendações gerais ao povo, desde o nome e o destino de cada pessoa em função do dia de nascimento, até questões mais elaboradas, com base na observação astronômica e da natureza, para saber o que poderia afetar colheitas ou como prevenir-se de secas ou inundações, por exemplo.
O monumento em Tortuguero também cita o governante Bahlam Ajaw (612-679). Ele seria o anfitrião da volta do deus Bolon Yokte, em uma projeção do seu reinado para o futuro. A visão cíclica do tempo levava os maias a acreditarem que, em momentos equivalentes de diferentes períodos, os eventos se repetiriam. Era a partir desse registro que faziam suas profecias, em uma prática que também tinha função política.
— Quando um governante subia ao poder, fazia-se um prognóstico para seu reinado, que sempre era positivo. Era uma forma de legitimar a manutenção de sua linhagem, e demonstrar que o tempo estava ao seu favor — conta Casares. — Daí a obsessão por observar o entorno, para poder antecipar-se aos acontecimentos.
Esse interesse não era só político ou religioso, mas parte fundamental do pensamento maia pré-hispânico. Poucas civilizações deixaram um legado tão importante em áreas como astronomia, matemática e arquitetura. Sua origem remonta aos anos 2000 a 1500 a.C. na Mesoamérica. A localização em uma região tropical, com uma variedade de posições do Sol que podem ser observadas a olho nu, facilitou o desenvolvimento astronômico maia. Mas seu maior mérito está na paciência e na capacidade de elaborar um calendário que foi aperfeiçoado durante 1.200 anos.
— Os astrônomos maias chegaram a cálculos tão precisos que podiam relacionar em um mesmo calendário o movimento solar com o de Vênus, as fases da Lua e as constelações. Para eles, deveria haver uma ordem perfeita no céu — diz Casares. — Quando as datas do calendário não coincidiam com algum movimento, eles o corrigiam, incluindo ou tirando dias até reencontrar a harmonia. Se algo não saía como previsto, era por vontade dos deuses. O que mais preocupava os maias era entender as mudanças.
A base da contagem do tempo maia é a mesma de outros povos mesoamericanos unidos por um tronco comum, a cultura Mixe-Zoque. Há dois calendários para períodos curtos: um de 365 dias, usado para assuntos civis, e outro sagrado, de 260 dias, para os rituais. A partir dessa ideia, cada cultura fez suas adaptações. Os maias respeitaram a concepção dual, mas marcaram uma data de início, 4 Ajaw 8 Kumku (segundo arqueólogos, 13 de agosto de 3114 a.C.) para as contagens mais longas, separando o tempo em eras de 13 baktunes.
A determinação dessa data para início da contagem, no entanto, ainda é um mistério. Ela poderia referir-se ao dia de passagem do Sol pelo zênite na região onde teria surgido o calendário mesoamericano, ou ser apenas uma escolha arbitrária. O certo é que a contagem de 13 baktunes a partir deste dia concluiria, no tão citado 21 de dezembro de 2012, um marco de fim de era para os maias, mas sem significado para o resto de um mundo, que eles não conheciam.
No ano 4000, um novo recomeço
Com a conquista espanhola, o calendário maia sofreu tantas alterações que foi basicamente suplantado pelo gregoriano. O calendário ritual, no entanto, ainda é usado nas comunidades maias atuais, o que atesta contra as teorias de colapso dessa civilização. Da época colonial destaca-se um manuscrito, "Chilam Balam", formado por livros sagrados que traziam, entre suas previsões, profecias sobre uma libertação dos maias.
— O documento cita três datas: 1764, 1774 e uma outra que equivaleria a uma terminação em 12, outra referência que poderia ser a 2012 — revela Casares. — As duas primeiras datas, não por acaso, coincidiram com rebeliões indígenas. Tratava-se de um convite à rebeldia, e a tradição profética se ajustava bem a esses interesses.
Os governantes maias, considerados descendentes dos deuses na Terra, podiam modificar a contagem do tempo segundo suas conveniências. Em Palenque, arqueólogos descobriram uma inscrição sobre a vida do governante Pakal II em que a duração de uma era seria de 20 baktunes, e não de 13. Isso significaria que, para os maias dessa região, a era atual terminaria bem depois do ano 4000, próxima data que pode acabar associada erroneamente pelas futuras gerações a um novo apocalipse.
Fonte: Globo Ciência

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sábado, 3 de março de 2012

Governo do Rio vai fazer mapeamento de encostas de mais 18 municípios

Dezoito municípios das regiões norte e noroeste do estado do Rio vão ter as encostas mapeadas dentro de seis meses. A informação é do diretor de Geologia do Serviço Geológico do Estado (DRM-RJ), Claudio Amaral. O trabalho será feito pela empresa TWG Consultoria e Projetos Geológicos, que venceu a licitação promovida pelo órgão.

Serão mapeadas as cidades de Aperibé, Bom Jesus do Itabapoana, Cambuci, Campos dos Goytacazes, Cardoso Moreira, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São Fidélis, São Francisco do Itabapoana, São João da Barra, São José de Ubá e Varre-Sai.

Esse mapeamento já foi feito em 31 dos 92 municípios fluminenses. A totalidade dos municípios do estado, com exceção da capital, deverá estar mapeada até o final do ano que vem. Para isso, o DRM-RJ apresentou proposta de recursos ao Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam), da Secretaria Estadual do Ambiente (SEA).

Segundo Amaral, o mapeamento está voltado para situações de risco iminente, ou seja, em que há probabilidade muito alta de ocorrência de acidentes com danos, envolvendo mortes ou perda de propriedades. “Nesse caso, o mapeamento é vital para a preparação dos planos de contingência dos municípios e também do estado, assim como para a elaboração de planos de reconstrução, reabilitação e até de expansão urbana.”

Nos 31 municípios já mapeados, foram gastos R$ 2,5 milhões, com recursos oriundos do Fecam. Para a conclusão do trabalho, serão necessários mais R$ 2,5 milhões. Concluída essa etapa, o DRM-RJ fará novo mapeamento de caráter mais preventivo nos municípios com maior risco iminente. O objetivo é orientar a expansão urbana para evitar a ocupação de novas áreas de risco.

O Serviço Geológico quer criar mapas para a orientação do uso do solo, principalmente nos municípios mais críticos do estado: Nova Friburgo, Petrópolis, Teresópolis, Sumidouro, Areal, São José do Vale do Rio Preto e Bom Jardim, na região serrana; além de Angra dos Reis, Mangaratiba, Barra Mansa, Niterói e São Gonçalo.

Edição: Lana Cristina

Assista entevista com Malin Vilagran


Na primeira quinzena de abril, Miguel Angel Vilagran no Brasil.
Iniciando sua turnê em Santo Antônio de Pádua- RJ.
NÃO PERCAM!!!
Primeira vez no Brasil o maior músico internacional
vem nos encantar com seus sensacionais arranjos musicais
que irão tocam muitas pessoas através da pálavra e da emoção.

A missão de uma bailarina especial

Vitória Camacho, nascida em 02/07/2001, itaperunense de berço e paduana de registro, começa uma nova fase de sua carreira, pertencendo agora a família de bailarinos da Escola Estadual de Dança Olenewa, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
Desde o ventre de sua mãe, ela tem sido preparada a viver de uma forma diferente.  Seu destino já começava a ser traçado na gravidez de sua mãe Rosemary Camacho, uma mineira que desde a sua juventude amou ballet e teve o desejo de ser uma bailarina, mas a vida lhe traçou outros caminhos, mas Deus em sua infinita bondade, a presenteou com uma menina, há 10 anos atrás que era levada a realizar seu sonho. A mãe jamais poderia imaginar que assim seria, mas Deus enviava  claros  sinais.
Não era o caso de uma pessoa que teve seu sonho impedido e fazia da filha a maneira de realizá-lo. Estava além de sua vontade, estava na vontade de uma força superior.  Ao engravidar de Vitória, aos 6 meses, devido ela se mexer muito, numa consulta com seu obstetra, Dr. Samuel, de Itaperuna, de uma forma descontraída lhe diz: “ – ela vai ser uma grande bailarina.”
Findo a gravidez, Rosi dá a luz a bela menina Vitória e recebe do médico a notícia que sua filha sofria de Frouxidão ligamentar, que é ter ligamentos muito elásticos e que para fortalecimentos dos músculos é necessário exercícios físicos.  Assim começa a história da carreira dessa pequena bailarina.
Detectado e confirmado o diagnóstico, o pediatra itaperunense, Dr. Aldo,  indica a prática de exercícios e aconselha matriculá-la no ballet, pois este a ajudaria muito.
Os pais, amigos da família do jovem bailarino Tarcísio Viana, frequentavam o mesmo clube da cidade, juntos.  Como a piscina infantil não satisfazia a pequena Vitória, Tarcísio a levava para a piscina de adultos, onde apenas segurando a menina (com apenas 3 anos) pelas costas, ele a deitava e a pimpolha, feliz e sorridente em seus braços, abria as pernas com uma elasticidade e performance de bailarina e com sua graça e beleza chamava a atenção de todos.
Tarcísio percebendo o dom da menina, também indica o ballet. Ele leva os pais e apresenta à Cecilia Lavaquial, proprietária da Academia Le Bec Fin, na cidade de Santo Antônio de Pádua. Cecília diz não poder matriculá-la, porque precisavam que esperassem que ela fizesse 4 anos, no entanto, o caso era tratamento de saúde, não dava mais para esperar e assim, com um laudo médico em mãos conseguiu seu ingresso na referida academia aos 3 anos e 7 meses, e assim foi se destacando gradativamente com sua desenvoltura .
Os pais percebendo seu talento, a incentivam muito e a inscrevem na Escola Estadual de Dança Olenewa, e no dia 14/02/2012, concorrendo com 21 bailarinas, apenas 4 são escolhidas e dentre elas, Vitória Camacho é aprovada, sendo a primeira bailarina paduana a conseguir essa chance.
Aqui nasce mais uma bela bailarina, com talento nato. Em entrevista em sua casa, num belo Chalé de Campelo, Vitória me diz: “ quando coloco minha roupa e subo ao palco, me sinto como Ana Botafogo.”  Disse-me também que sente muita alegria na dança, nos passos, na música e vê beleza e encantamento em tudo isso. Este é seu mundo mágico! Ao entrar na Olenewa, vislumbra-se daqui há 10 anos como uma grande bailarina e gostaria de um dia poder ser a principal do Teatro Municipal do Rio, como nossa bela bailarina Ana Botafogo, musa e inspiradora de Vitória.
Tarcísio, está matriculado na E. E. de Dança Olenewa e estudou na Le Bec Fin que já elevou 4 jovens bailarinos, sendo que destes quatro, três estão matriculados, o belo e talentoso Tarcísio é um deles, que descobriu na dança uma maneira de levar sempre consigo um sorriso marcante no rosto, uma alegria no olhar e uma missão divina a cumprir que é “tornar as pessoas, em seu cotidiano, mais felizes”. Ao dançar, Tarcísio nos revela beleza, profissionalismo, talento, paz e alegria.
Vitória Camacho, a EB Magazine parabeniza por mais essa bênção alcançada e deixa espaço aberto para o que precisar. E pedimos aos empresários e pessoas que apreciam a cultura que possam estar patrocinando dois jovens paduanos talentosos que merecem essa oportunidade de brilhar e levar o nome de sua cidade aos palcos do mundo: TARCÍSIO VIANA e VITÓRIA CAMACHO. Gravem esses nomes, ainda ouviremos muito bem sobre eles.
DEUS os abençoem!
Texto: Elcilene Borcard